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Livro Impresso

Música, transgressão e contracultura:
criminologia cultural e rock



Linck, José Antônio Gerzson (Organizador), Mayora, Marcelo (Organizador), Pinto Neto, Moysés (Organizador), Carvalho, Salo de (Organizador)

criminologia, comparada, música, rock, cultura


Sinopse

A história deste livro já foi em grande parte contada por Pedro da Silva Moreira, então Vice-Presidente do CAAR, no que poderíamos

considerar como seu primeiro volume, “Criminologia Cultural e Rock”, escrito em co-autoria pelos quatro organizadores e publicado há nove anos na coleção “CriminologiaS: Discursos para a Academia”. Ele começa em 2009 com um minicurso elaborado em conjunto com os estudantes por um de nós, Moysés Pinto Neto, durante sua passagem na Faculdade de Direito da UFRGS a partir de alguns insights pontuais que percorriam as aulas de Criminologia, em geral com finalidade de ilustrar com exemplos certas transformações histórico-culturais. A partir do ano seguinte, com a passagem de Salo de Carvalho pela mesma Faculdade, o evento ganhou asas e recebeu o acréscimo de José Linck e Marcelo Mayora, tornando-se múltiplo e com mais de uma edição. Sabíamos que havia uma expectativa por aproximações contraculturais no campo do Direito, mas não pensávamos que o evento seria tão bem recebido. Depois da UFRGS, o evento passou por uma quase “turnê” pelo Rio Grande do Sul, em diversas faculdades (UFSM, UPF, FURG, UniRitter, UCPEL, entre outras), e pelo resto do Brasil (Rio de Janeiro, Santa Catarina, Brasília e Paraná).

Eram outros tempos.

Em pleno 2010, o Direito do qual saíamos vinha finalmente desacorrentando-se do formalismo cafona e da prisão dogmática dos engravatados para aventurar-se em novas experiências que envolviam em escala cada vez maior a aproximação com literatura, cinema e outras artes. O ambiente de otimismo com o futuro e a visível transformação política - com uma juventude emergente cheia de energia e sedenta por conhecimento e engajamento - alimentavam uma sinergia de elementos que confluíam nos pequenos acontecimentos que cada um desses eventos sintetizava.

Metadado adicionado por Tirant Lo Blanch Brasil em 17/12/2020

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ISBN relacionados

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Metadados completos:

  • 9786587684574
  • Livro Impresso
  • Música, transgressão e contracultura:
  • criminologia cultural e rock
  • 1 ª edição
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  • 2
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  • Linck, José Antônio Gerzson (Organizador), Mayora, Marcelo (Organizador), Pinto Neto, Moysés (Organizador), Carvalho, Salo de (Organizador)
  • criminologia, comparada, música, rock, cultura
  • Educação
  • LAW000000, SOC004000
  • 2020
  • 16/12/2020
  • Português
  • Brasil
  • --
  • Livre para todos os públicos
  • 16 x 23 x 1 cm
  • 0.263 kg
  • Brochura
  • 208 páginas
  • R$ 70,00
  • 49019900 - livros, brochuras e impressos semelhantes
  • 9786587684574
  • 9786587684574
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Sumário

SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

13

PARTE I - REPRESSÃO

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

17

TROPICALISTAS NA PRISÃO

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

19

Marcelo Mayora

A CRIMINALIZAÇÃO DO FUNK BRASILEIRO OU O DIA

EM QUE RENNAN DA PENHA FOI PARAR NA GAIOLA

.

35

Mariana de Assis Brasil e Weigert



O BAGULHO JÁ TÁ DOIDO, JOGA A MÃOZINHA

PRO CÉU... É CHOPP E TEL!

”: TECNOBREGA

E APARELHAGENS NO FRONT DA

TERRITORIALIZAÇÃO DA EXCLUSÃO EM BELÉM

DO PARÁ

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

51

Adrian Barbosa e Silva

PARTE II - RUA

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

61

PIXAÇÃO: FLUTUAÇÕES ENTRE RESISTÊNCIAS

DO COTIDIANO, CRIMINALIZAÇÃO E

COMODIFICAÇÃO DAS TRANSGRESSÕES

. . . . . . . . . . .

63

Paula Gil Larruscahim

ECOS DO TERRORISMO LÍRICO REVIDANDO E

RESISTINDO: POETAS VIVOS

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

79

Alexandre Costi Pandolfo

DOS ESPAÇOS, SONS: A CRIMINOLOGIA COMO

EXPERIÊNCIA CULTURAL

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

91

Guilherme Michelotto Boes

PARTE III - RUÍDO

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

101

BRASIL, 2019: O ATIVISMO PUNK CONTRA O

FASCISMO (OU “I LOVE THE SMELL OF POOR

DEAD IN THE MORNING”)

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

103

Salo de Carvalho

ATIRE A PRIMEIRA PEDRA

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

113

Gabriel Antinolfi Divan

SONHAR OU SOBREVIVER: LIMITAÇÕES AO SONHO

NA MÚSICA BRASILEIRA POPULAR

. . . . . . . . . . . . . . . .

125

José Antônio Gerzson Linck


8

SUMÁRIO

RAP PROGRESSISTA, QUEBRADA CONSERVADORA:

RECONFIGURAÇÕES DO NEGRO DRAMA NO RAP

BRASILEIRO CONTEMPORÂNEO

. . . . . . . . . . . . . . . . . .

139

Acauam Oliveira

PRODUÇÃO DE PRESENÇA E MEDIAÇÕES NO

ABRIL

PRO ROCK

: UMA ANÁLISE DA TRANSGRESSÃO E

DA RESISTÊNCIA DE UM FESTIVAL NO NORDESTE

DO BRASIL

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

165

Thiago Pimentel Barbosa Lima

Caroline Govari Nunes

Adriana Amaral

REVOLUÇÕES EXEMPLARES DE ATAHUALPA Y US

PANQUIS

. UM ESTUDO DE ARQUEOLOGIA DAS

MÍDIAS

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

175

Felipe Viana Estivalet

Fabrício Silveira

O ROCK É O FILHO BASTARDO DO BLUES E DO

COUNTRY (E DO DIREITO!)

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

189

Germano Schwartz

Renata Almeida da Costa

OS FUTUROS FERIDOS DO RADIOHEAD

. . . . . . . . . . . . . . .

195

Moysés Pinto Neto