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Livro Impresso

A vertical das emoções: as crônicas de Clarice Lispector



Didi-Huberman, Georges (Autor), Oliveira, Eduardo Jorge de (Tradutor), Stigger, Veronica (Orelha)

literatura, critica literaria, teoria literaria, clarice lispector, relicario, didi-huberman, filosofia


Sinopse

Este livro de Georges Didi-Huberman, assim como “João Guimarães Rosa: a ficção à beira do nada”, de Jacques Rancière, são fruto de conferências proferidas pelos filósofos na Universidade de Zurique, em um ciclo organizado pelo professor Eduardo Jorge de Oliveira dedicado a escritores brasileiros.

«No final de 2019, a editora Des Femmes publicou, pela primeira vez em francês, as crônicas completas de Clarice Lispector, veiculadas na imprensa brasileira entre 1946 e 1977. Pouco depois, o filósofo e historiador da arte Georges Didi-Huberman desenvolveu o ensaio “A vertical das emoções”, em que se debruça sobre essa vertente singular da produção literária de Clarice, que é reconhecida como uma das maiores escritoras de língua portuguesa, mas também como uma das principais autoras do século XX em qualquer língua. Didi-Huberman apreende, nas crônicas claricianas, o que ele chama de “um pensamento das emoções”, o qual se inscreve de maneira vertical, rompendo com a planura – a monotonia, a horizontalidade – da experiência cotidiana, que é a matéria mesma da crônica. Em Clarice, esse pensamento das emoções, diz Didi-Huberman, “não tem nada a ver com um espaço para confissões pessoais”: constitui-se muito mais como “um saber não convencional – nem psicologia, nem sociologia – fundado sobre uma prática da escrita como uma forma de mover o pensamento”.»

Trecho do texto de orelha de Veronica Stigger.

Metadado adicionado por Relicário em 14/12/2021

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Metadados completos:

  • 9786589889182
  • Livro Impresso
  • A vertical das emoções: as crônicas de Clarice Lispector
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  • 1 ª edição
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  • Didi-Huberman, Georges (Autor), Oliveira, Eduardo Jorge de (Tradutor), Stigger, Veronica (Orelha)
  • literatura, critica literaria, teoria literaria, clarice lispector, relicario, didi-huberman, filosofia
  • Teoria e crítica literária
  • 809
  • LIT000000
  • Categoria -
    Literatura: história e/ou crítica
    Qualificador -
    Mundo
  • 2021
  • 09/12/2021
  • Português
  • Brasil
  • --
  • Livre para todos os públicos
  • 12 x 17 x 0.5 cm
  • 0.1 kg
  • Brochura
  • 76 páginas
  • R$ 39,90
  • 49019900 - livros, brochuras e impressos semelhantes
  • 9786589889182
  • 9786589889182
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Áreas do selo: ArtesEducaçãoHumanidadesLiteratura estrangeiraLiteratura nacionalTeoria e crítica literária

(re.li.cá.ri.o) sm. 1. Rel. Caixa ou baú onde se guardam objetos pertencentes a um santo ou que foram por ele tocados. 2. Caixa ou baú onde se guardam objetos de grande valor afetivo. 3. Bolsinha com relíquias que alguns fiéis trazem no pescoço em demonstração de devoção. 4. Coisa preciosa, de grande preço e valor. [F.: Do lat. reliquiae, arum; 'relíquias'.] A proposta editorial da Relicário Edições aproxima-se da definição de seu verbete, com a diferença de que a transpomos para um sentido laico. Escritas por mãos humanas, as palavras são fruto de um amálgama de sentidos, percepções e afetos – muitas delas palavras-relíquias, signos carregados de aura, rastros de tempo. A verdade é que desde muito as palavras possuem uma morada cativa - o livro é por excelência o relicário das letras. Queremos dar continuidade à função mais cara que o livro escrito possui: preservar e divulgar os saberes e memórias postos em letras e palavras por seus autores. A Relicário Edições possui duas linhas editoriais que abrangem gêneros textuais diversos. A primeira é direcionada à produção acadêmica e científica nas áreas de ciências humanas, filosofia, estética, artes e estudos literários, contemplando publicações a partir de dissertações e teses, bem como coletâneas de artigos, ensaios e revistas acadêmicas. Nessa linha editorial contamos com um conselho avaliativo composto por nomes representativos das principais universidades do país, cuja experiência permite a avaliação da qualidade dos textos e de sua relevância para o debate nas áreas em que os escritos se inserem. Traduções de autores estrangeiros dessas áreas do conhecimento estão igualmente presentes em nossa proposta editorial, pois acreditamos que trazê-los à língua portuguesa constitui um serviço ao leitor interessado, ampliando a partilha do pensamento que nasce em determinado tempo e espaço, mas cujos destinatários e interlocutores podem estar [e estão] aqui e agora. A segunda linha editorial se volta para a publicação de textos de literatura em língua portuguesa e para a tradução de autores estrangeiros – ainda pouco divulgados no país – que transitam pelo romance, ensaios, contos, crônicas e poesia. “Por mais que o livro se apresente como um objeto que se tem na mão; por mais que ele se reduza ao pequeno paralelepípedo que o encerra: sua unidade é variável e relativa. No momento mesmo que o interrogamos, a forma perde sua evidência; ela não se enuncia nela própria, ela só se constrói a partir de um campo complexo do discurso.” [FOUCAULT, M.] "Obscuramente livros, lâminas, chaves seguem minha sorte." [BORGES, J,L.] "Nunca hay demasiados libros. Hay libros malos, malísimos, peores, etcétera, pero nunca demasiados." [BOLAÑO, R.]

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