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Livro Impresso

O juiz e o regente



Axt, Dieter (Autor)

direito, literatura


Sinopse

Breve apresentação

"A busca da competência narrativa, na figura do regente, estabelece o aporte teórico para que pluralidades de práticas linguísticas possam compor algo mais ou menos harmônico, mas fundamentalmente democrático". Alexandre Morais da Rosa, Juiz de Direito e Professor de Direito da UFSC e da UNIVALI.

"O Juiz e o Regente reúne todos os sons". Jorge Trindade, Academia Brasileira de Filosofia e Professor Associado da Universidade Fernando Pessoa.

"Dieter Axt, em O Juiz e o Regente, revela ter aquilo que têm aqueles que escrevem as grandes obras: reconhece a própria angústia e, sabendo disso, é capaz então de fazer as perguntas certas". Lenio Luiz Streck, Jurista e Professor da Unisinos e da Unesa.

"Sintetizar a riqueza e a densidade de O Juiz e o Regente numa singela frase, mostra-se tarefa cujo resultado sempre ficará aquém do desejado propósito. Desenvolvendo a ideia de uma bakhtiniana justiça polifónica, enquanto espaço de genuíno diálogo entre as múltiplas vozes que no universo jurídico reclamam o seu legítimo lugar, Dieter Axt conduz-nos através da profundidade ética e estética de um Direito reconduzido à sua derradeira vocação humanista e humanizadora. Uma leitura fascinante e imprescindível para todo aquele cuja sensibilidade pressente no Direito, constituído e constituendo, a realização de uma arte que não pode deixar de se afirmar baluarte dos valores representativos da contemporânea civilização ocidental". Joana Aguiar e Silva - Professora da Escola de Direito da Universidade do Minho.

Metadado adicionado por Tirant Lo Blanch Brasil em 25/11/2020

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ISBN relacionados

9788594774613 (ISBN do e-book em PDF)


Metadados completos:

  • 9788594774606
  • Livro Impresso
  • O juiz e o regente
  • --
  • 1 ª edição
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  • Axt, Dieter (Autor)
  • direito, literatura
  • Educação
  • LAW000000
  • 2020
  • 10/03/2020
  • Português
  • Brasil
  • --
  • Livre para todos os públicos
  • 16 x 23 x 2 cm
  • 0.317 kg
  • Brochura
  • 204 páginas
  • R$ 65,00
  • 49019900 - livros, brochuras e impressos semelhantes
  • 9788594774606
  • 9788594774606
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Sumário

SUMÁRIO

CAPÍTULO

1 INTRODUÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17

CAPÍTULO 2 MIKHAIL BAKHTIN E A POLIFONIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25

2.1. Uma palavra inicial: somos linguagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25

2.2. O romance polifônico e o constructo da polifonia bakhtiniana . . . . . . . 36

2.3. Questões de intertextualidade e aproximações hermenêuticas . . . . . . . . 46

CAPÍTULO 3 TRÊS NÍVEIS POLIFÔNICOS DO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69

3.1. Do nível normativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73

3.1.1. A garantia fundamental de contraditar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78

3.1.2. Como contraditar: o devido processo legal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82

3.1.3. O quanto se pode contraditar: ampla defesa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88

3.1.4. O direito de dizer para outra pessoa: o recurso e o duplo grau de jurisdição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90

3.2. Do nível institucional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 91

3.2.1. Ministério Público . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 93

3.2.2. Defensoria Pública e OAB . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98

3.2.3. ONGs, movimentos sociais e associações civis . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102

3.3. Do nível procedimental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 105

3.3.1. Do processo judicial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 105

3.3.2. Do debate entre o procedimentalismo e o substancialismo: à procura de uma via conciliatória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109

CAPÍTULO 4 JULGAR E REGER: O JUIZ-REGENTE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 123

4.1. O juiz e o regente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133

4.2. A crítica e a teoria jurídica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 154

4.3. Um auditório de falantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162

4.4. Ainda uma palavra: da perspectiva da construção de um paradigma éticoestético jurídico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 179

CAPÍTULO 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 187

REFERÊNCIAS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 197

A TÍTULO DE POSFÁCIO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 209