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Livro Impresso

A "esquerda punitiva" vinte e cinco anos depois



Karam, Maria Lúcia (Autor)

maria lucia karam, esquerda, punitiva, vinte cinco anos depois, criminologia


Sinopse

“Esquerda punitiva”. A expressão ganhou tanta força que, hoje, tem vida própria. Parece seguro dizer, a propósito, que na história da criminologia crítica brasileira nenhum texto produziu tanto impacto cultural quanto a extraordinária síntese antipunitivista de Maria Lucia Karam. Publicado em 1996, seu precioso ensaio inscreveu o título de suas reflexões como interrogação fundamental em nosso campo de estudo. (...)

Neste livro, passados vinte e cinco anos, a autora retoma seus célebres argumentos para não só renovar a crítica, mas também para elaborar um programa. Surge, assim, um revigorado manifesto, simultaneamente capaz de atualizar o diagnóstico do punitivismo do tempo presente, apontar para suas raízes menos exploradas e formular uma alternativa ética e política para as esquerdas democráticas

Metadado adicionado por Tirant Lo Blanch Brasil em 21/05/2021

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Metadados completos:

  • 9786559081431
  • Livro Impresso
  • A "esquerda punitiva" vinte e cinco anos depois
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  • 1 ª edição
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  • Karam, Maria Lúcia (Autor)
  • maria lucia karam, esquerda, punitiva, vinte cinco anos depois, criminologia
  • Educação
  • SOC004000
  • --
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  • 2021
  • 07/05/2021
  • Português
  • Brasil
  • --
  • Livre para todos os públicos
  • 14 x 21 x 1 cm
  • 0.201 kg
  • Brochura
  • 149 páginas
  • R$ 100,00
  • 49019900 - livros, brochuras e impressos semelhantes
  • 9786559081431
  • 9786559081431
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Sumário

SUMÁRIO

Prefácio.....................................................................................7

1. Introdução..........................................................................13

2. A atuação da ‘esquerda de estado’........................................17

2.1. O exemplo brasileiro: os governos do PT...............17

2.2 A suposta necessidade da criminalização.................22

3. A atuação da ‘esquerda social’.............................................26

3.1. A adesão ao sistema penal......................................26

3.2. A viciada prática de ‘dois pesos e duas medidas’.....28

3.3. O descompromisso com princípios garantidores....33

3.4. A utilização do ‘dialeto penal’................................37

3.5. O enfraquecimento das normas garantidoras dos

direitos humanos fundamentais....................................40

3.6. O apelo à natureza simbólica e à função comunicadora das leis penais criminalizadoras....................................44

4. A promoção de necessárias transformações sociais..............47

4.1. O posicionamento de esquerda..............................47

4.2. Os caminhos para a transformação social: o rompimento com desvirtuadas concepções e práticas....49

4.3. Os caminhos para a transformação social: ocompromisso com os direitos humanos fundamentais..51

4.3.1. A universalidade dos direitos humanosfundamentais...........................................................51

4.3.2. A estrita concepção das normas garantidoras dosdireitos humanos fundamentais...............................53

4.3.3. A permanência dos direitos humanos fundamentais...........................................................55

4.4. Os caminhos para a transformação social: o fim do poder do estado de punir..............................................57

4.4.1. Romper com um poder destinado a infligir dor.57

4.4.2. Romper com um poder produtor de desigualdade e discriminação.......................................................61

4.4.3. Romper com um poder que perpetua males eproblemas sociais....................................................65

4.5. Os caminhos para a transformação social: o fim do poder do estado de punir. E ‘o que fazer?’.....................67

4.5.1. O enfrentamento de males e problemas sociais..67

4.5.2. A proteção de bens e direitos..........................68

4.5.3. O afastamento da criminalização...................72

4.5.3.1. A justiça restaurativa..............................74

4.5.3.2. A superação da nociva ideia de punição.76

4.6. Os caminhos para a transformação social: o fim do poder do estado de punir. E ‘o que fazer?’ Algumas propostas concretas.......................................................81

4.6.1. Legalização e consequentes regulamentação e controle da produção, do comércio e do consumo de todas as drogas.........................................................85

4.6.2. Outros problemas e males sociais: possíveis alternativas para seu enfrentamento.........................97

4.6.2.1. Mortes violentas dolosas e culposas........97

4.6.2.2. A chamada ‘criminalidade de rua’...........99

4.6.2.3. Violência doméstica, violência sexual, racismo e outras discriminações.......................102

4.6.2.4. Condutas especialmente violentas eameaçadoras......................................................106

4.6.2.5. Corrupção e outras condutas dilapidadoras do patrimônio público......................................107

4.6.2.6. Riscos e danos ao ambiente..................108

4.6.2.7. Trabalho em condições análogas às da escravidão e acidentes no trabalho....................110

4.6.2.8. Situações de risco extremo....................111

4.6.3. O fim do poder do estado de punir e a polícia.112

5. Conclusão.........................................................................116

Referências............................................................................123

Anexo: “a esquerda punitiva” – texto original.......................126

A esquerda punitiva (*)...............................................126

I- as primeiras reivindicações repressoras: o combate à criminalidade dourada ................................................126

I- as novas preocupações com a criminalidade de massas e com a criminalidade organizada.................................132

II - o discurso simplista contra a corrupção e a violência policiais.......................................................................140

V- a luta por transformações sociais e a necessidade de rompimento com a ideologia da repressão..................146